Guia de decisão · antes de assinar o próximo fee
Depende de uma pergunta que quase ninguém responde antes de contratar: o que está travando o resultado hoje é execução ou direção? Este guia existe para você decidir isso com critério, não com proposta comercial.
O modelo tem mérito. Uma boa assessoria coloca gente treinada rodando mídia todos os dias, com processo e volume que um time interno pequeno não alcança. Funciona quando a operação já sabe o que vender, para quem e com qual margem. Nesse cenário, o gargalo é braço, e braço se contrata.
Sinais de que é o seu caso: oferta validada, funil que converte quando recebe tráfego, margem que comporta o fee e verba, e ninguém no time com tempo real para operar campanha. Se marcou tudo, contrate execução sem medo.
A cena que vemos com frequência: a empresa está na segunda ou terceira assessoria. Cada troca veio com onboarding, promessa e um trimestre de paciência. O executor mudou, o resultado não. Eliyahu Goldratt explica o porquê desde os anos 80: todo sistema tem uma única restrição por vez. Se a restrição da operação está na oferta, na margem, na conversão ou na recompra, trocar quem aperta o botão da mídia não move o ponteiro. Só muda o destinatário do fee.
pago todo mês para executar bem a frente errada
sobe enquanto a restrição real segue de pé
a mesma troca de fornecedor, esperando resultado novo
As perguntas que valem uma reunião inteira de proposta:
Duas ou mais sem resposta firme: contratar execução agora é apostar. O passo anterior é um diagnóstico que aponte a restrição com número. Depois dele, cada real de fee trabalha no lugar certo.
É esse diagnóstico que fazemos. A Estruturação Estratégica entrega a sua restrição nº 1 quantificada em reais e o plano de elevação. O trabalho completo leva de 30 a 45 dias. Nas duas primeiras semanas as entregas já justificam o investimento, ou devolvemos. Depois do mapa, quem quer execução tem caminho aqui dentro: operação de crescimento mês a mês. E se a conclusão for que você precisa de uma assessoria, o mapa diz isso também.
Assessoria e agência executam: mídia, criativos, campanhas, cada uma com o seu modelo de cobrança. Consultoria decide onde vale executar. A pergunta certa não é qual formato contratar, é se o seu problema hoje é de execução ou de direção.
O modelo mais comum é fee mensal fixo mais a verba de mídia, que é sua. O número varia com escopo e mercado. Mais importante que o valor do fee é a conta que quase ninguém faz: quanto custa por mês executar bem a frente errada.
Não no formato clássico. Entramos pelo diagnóstico e, para quem decide seguir, operamos o crescimento mês a mês: estratégia, mídia, automação e tecnologia respondendo pela mesma meta. A diferença é a ordem. Primeiro a restrição com número, depois a execução, conosco ou com quem você escolher.
Se a atual executa mal, sim. Mas se a execução é razoável e o resultado parou, trocar de executor costuma trocar o sintoma de lugar. Nesse caso o dinheiro da troca rende mais num diagnóstico do que num novo onboarding.
Pode, e às vezes conclui. Se a sua restrição for de fato volume de execução em mídia, o mapa vai dizer isso com número e escopo. Você contrata a assessoria certa sabendo exatamente o que pedir dela, ou nos chama para operar o plano.
Uma conversa. Você sai sabendo se o seu problema é execução ou direção.
Capacidade real: poucas operações por vez.